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óleo Industrial

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Fonte: (Óleo para têmpera)

Os óleos lubrificantes industriais são caracterizados por substâncias utilizadas para reduzir o atrito, lubrificando e aumentando a vida útil dos componentes móveis de motores e maquinários encontrados nos mais variados segmentos industriais.

O óleo industrial lubrificante pode ser de origem animal ou vegetal (óleos graxas), derivado de petróleo (óleos minerais industriais) ou feito em laboratório (óleos sintéticos industriais), podem também ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos industriais compostos).

Confira a seguir alguns tipos de óleos que podem ser encontrados em uma casa do óleo e para que devem ser utilizados.

ÓLEOS BÁSICOS NAFTÊNICOS

Este tipo de óleo é essencial para a produção de óleos isolantes para transformadores, fluidos de corte, graxas lubrificantes, óleos para compressores e para amortecedores. Esses óleos ainda podem ser utilizados como plastificantes de borracha.

ÓLEOS BÁSICOS PARAFÍNICOS

Óleos básicos parafínicos são utilizados principalmente na elaboração de lubrificantes automotivos. Ele apresenta um melhor comportamento da viscosidade frente a variações de temperatura e servem de base para a fabricação de:

  • Lubrificantes marítimos;
  • Lubrificantes ferroviários;
  • Óleos industriais;
  • Graxas lubrificantes;
  • Óleo mineral.

EXTRATOS AROMÁTICOS E DEMAIS CO-PRODUTOS

Na elaboração dos óleos básicos é possível obter também co-produtos que são utilizados em diversos ramos industriais. Eles são essenciais como matéria-prima na produção de graxas, óleos brancos, vaselinas, emulsões para as indústrias de papéis, madeira e beneficiamento de fibras vegetais.

Um exemplo desses co-produtos é o extrato aromático. Obtido no processo de fabricação de óleos parafínicos, ele é utilizado como extensor nas indústrias de pneus e borrachas sintéticas.

CARACTERÍSTICAS DOS ÓLEOS

Fonte: (Loja de óleo automotivo)

O óleo industrial em São Paulo é essencial para o pleno funcionamento dos mais diversos maquinários. Existem algumas características que diferenciam os óleos e definem sua melhor utilização. Os principais elementos que compõem os óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade e a densidade.

A viscosidade define o nível da dificuldade com que o óleo lubrificante industrial escorre, quanto mais viscoso for um lubrificante, mais difícil dele escorrer. Sendo assim, este óleo tem uma competência maior de manter-se entre duas peças móveis mantendo a lubrificação entre elas.

Entretanto, a viscosidade dos lubrificantes não é constante, ela varia de acordo com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade diminui e o óleo industrial torna-se mais fino e portanto, escoa com mais facilidade.

O Índice de Viscosidade (IV) indica exatamente esta variação da viscosidade conforme a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação de viscosidade do óleo industrial lubrificante quando exposto às diferentes temperaturas.

A densidade define a massa de um certo volume de óleo industrial a uma certa temperatura, é importante para indicar se houve contaminação ou deterioração de um lubrificante, o que pode causar danos ao produto.

ADITIVOS DOS ÓLEOS

Para analisar, remover ou melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com o esperado ou necessários para uma aplicação - especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas de trabalho, são adicionados produtos químicos para atuarem junto dos óleos lubrificantes industriais, que são chamados aditivos. Os principais tipos de aditivos são:

  • Anticorrosivos,
  • Antiperspirantes;
  • Detergente-dispersante;
  • Melhoradores do Índice de Viscosidade;
  • Agentes de extrema pressão;
  • E mais.

O coordenador do Instituto de Qualidade Automotiva José Palácio dá uma ótima dica quando se trata de aditivos para automóveis novos:

“Mas no caso de veículos novos, o aditivo não é necessário. Os carros, em muitos casos, já saem de fábrica com o nível adequado do fluido”, diz.

Fonte: Revista Auto Esporte

DETERGENTES

Os detergentes neutralizam os ácidos fortes presentes no lubrificante e retiram os produtos de neutralização da superfície do metal das peças móveis de um maquinário.

Os aditivos detergentes são uma das categorias mais relevantes dos aditivos utilizados em óleos industriais para motores e máquinas. Esse tipo de aditivo são destinados à lubrificação de motores e amplamente utilizados para “limpar” os resíduos de carbono que podem acumular-se durante a combustão.

Este aditivo mantém em suspensão o carbono e após algum tempo, dispersa os resíduos da massa de óleo que, após o esvaziamento do cárter, é totalmente eliminado. Além dessa característica, ele possibilita que as paredes internas dos motores permaneçam em seu estado ideal, removendo qualquer resquício de carbono e vernizes.

ANTIFERRUGEM

Os compostos antiferrugem formam um filme, servindo de barreira na superfície do metal e diminuindo a corrosão exponencialmente. Os antiferrugens também formam uma película protetora contra a ação da água, do oxigênio e de outras substâncias quimicamente ativas que podem gerar danos à composição do óleo industrial.

Dentre as aplicações da antiferrugem estão os óleos protetivos, turbinas, sistemas hidráulicos, compressores, motores de combustão interna, sistemas de circulação de óleo e mais.

Os objetivos do antiferrugem são extremamente semelhantes aos anticorrosivos. Porém, este aditivo tem a finalidade de evitar a corrosão dos metais ferrosos, principalmente pela ação da água ou umidade.

CLASSIFICAÇÃO DOS ÓLEOS DE MOTORES A COMBUSTÃO

Fonte: (Óleo para transformador)



Para facilitar a escolha do lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações que diferenciam os tipos, sendo as principais SAE e API.

A classificação SAE é definida pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos e classifica os óleos lubrificantes industriais de acordo com sua viscosidade. Quanto maior este número, mais viscoso é o lubrificante. Essa classificação ainda é dividida em outras três:

  • Óleos de verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60;
  • Óleos de inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W, 25W;
  • Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE 20W-40, 20W-50, 15W-50.

A letra "W" tem origem na palavra inglês "winter", que significa inverno. Esta letra é encontrada na numeração para identificar tais óleos industriais, mas também nos multiviscosos. Quanto maior o número, maior a viscosidade do óleo e também sua resistência às altas temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a movimentação das peças.

Um óleo do tipo monograu só pode ser classificado em um tipo escala. Já um óleo com um índice de viscosidade maior, pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura. Este apresenta menor variação de viscosidade devido a temperatura.

Desta forma, um óleo multigrau SAE 20W40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W, reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, o que permite uma ampla faixa de utilização.

A classificação API foi desenvolvida pelo Instituto Americano do Petróleo, também dos Estados Unidos. Esta métrica baseia-se em níveis de desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço do qual a máquina estará sujeita. É descrito por duas letras, a primeira indica o tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço desenvolvido.

Os óleos lubrificantes para motores a gasolina 2 tempos, como os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de desempenho: API TA, TB e TC.

A classificação API para motores diesel é mais complexa quando comparada com motores a gasolina, álcool e GNV. Isso ocorre devido às evoluções que sofreu. Foram acrescentados números para indicar o tipo de motor (2 ou 4 tempos) a que se destina o lubrificante.

TROCA DE ÓLEO PARA MOTORES


Fonte: (Casas de óleo)

A substituição do óleo deve seguir as especificações do fabricante do veículo quanto às classificações SAE e API, os períodos corretos de intervalos entre as trocas de óleo e as condições de utilização do veículo.

Para não esquecer do momento da próxima troca, indica-se fixar no para-brisas uma etiqueta que contenha a quilometragem no momento da Troca de óleo Automotivo e a quilometragem final. Outras opção é montar uma planilha de controle ou simplesmente adicionar um aviso no celular. Isso é indispensável para que o motor sempre trabalhe com a lubrificação adequada.



ÓLEO AUTOMOTIVO

Fonte: (Óleo Automotivo)

Óleo mineral, semissintético ou sintético? Qual deles é o óleo de veículo mais apropriado para o motor? Marcelo Castro Silva possui mais de 20 anos de experiência no segmento automotivo e deu a dica quando se trata de óleos automotivos:

“O primeiro cuidado que devemos tomar quando falamos em trocar o óleo é o tipo mais indicado para o motor do seu carro. Já que isso muda de veículo para veículo. Muitos motoristas poderão optar pelo mais caro, simplesmente por se tratar de um óleo lubrificante melhor; porém essa escolha deve ser feita cuidadosamente. Não é porque o lubrificante é o mais caro que é o mais indicado para seu veículo.”

Fonte: Texaco

Caso precise da indicação de um profissional ou busque encontrar o óleo ideal para seu carro, visite uma Casa de óleo para Automóvel. Este é um local especializado e que conta com grande variedade de óleos automotivos.

ÓLEO SINTÉTICO É MELHOR QUE O MINERAL?

O óleo sintético é constituído por substâncias que prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor.

“É um tipo de produto que costuma responder muito bem às chamadas “condições severas de uso”: que corresponde ao uso diário do carro em trânsitos complicados, como os da grande maioria das cidades brasileiras.”

Fonte: https://blog.texaco.com.br/havoline/oleo-lubrificante/oleo-sintetico-ou-mineral/

A desvantagem é o preço mais elevado. Para utilizar esse tipo de óleo é bom calcular o custo em relação ao benefício que ele pode proporcionar. Se você utiliza bastante o carro e roda muitos quilômetros, o óleo automotivo sintético compensa, pois os intervalos de troca aumentam.

O óleo de base mineral é o mais comum do mercado. Atende perfeitamente a maioria dos motores, porém a troca se dá com menor quilometragem. Se não ficar atento ao prazo de troca pode-se desencadear uma carbonização que vai trazer problemas mais a frente.

O ÓLEO SINTÉTICO TAMBÉM TEM PRAZO DE VALIDADE DENTRO DO MOTOR?

O óleo para automóvel do tipo mineral tem o uso regulado pela quilometragem, o indicado é até cinco mil quilômetros e o sintético, de acordo com a marca e especificação que varia entre 15 e 20 mil quilômetros. Entretanto, uma vez adicionados ao veículo, é preciso ficar atento ao prazo máximo para substituição, que é no máximo seis meses para ambos.

COLOCAR UM ÓLEO MAIS GROSSO AUMENTA O CONSUMO DO COMBUSTÍVEL?

O óleo com viscosidade mais elevada tende a lubrificar melhor. Porém, o motor com baixa quilometragem ainda não possui folgas e um óleo mais denso afetaria expressivamente o seu consumo.

Um óleo de carro de alta viscosidade é mais indicado para veículos com alta quilometragem, cujo velocímetro já excedeu os 100 mil km. Pois, o motor já apresenta folgas maiores e o óleo mais grosso preenche esses espaços com a lubrificação.

O melhor óleo para cada motor leva em consideração uma série de fatores, como a rotação submetida. Um motor de alto desempenho que trabalha com um óleo mais grosso que o necessário tem grande potencial de comprometer a bomba de óleo.

A diminuição da vida útil da bomba provoca a diminuição da pressão e vazão. O que resultará na oxidação do óleo e também o entupimento dos canais de lubrificação. Isso causa danos graves aos componentes móveis, o que possibilita até a fundição do motor por deficiência de lubrificação.

O QUE FAZ FORMAR BORRA NO MOTOR: O ÓLEO NORMAL OU SINTÉTICO?

Não faz diferença se o óleo é convencional ou sintético. Lubrificantes por si só não são responsáveis por causar a borra no motor. Uma das reações mais comuns que contribuem para isso é ignorar as recomendações do produto, como por exemplo, o prolongamento do intervalo de drenagem do óleo para além da orientação do fabricante.

Na composição do lubrificante estão os aditivos, que com o tempo e a quilometragem esgotam sua capacidade de ação e não mais evitam o surgimento de borras. Se o motor tem um problema mecânico, como um vazamento do líquido arrefecedor interno ou um termostato que não permite que atinja temperaturas normais de funcionamento também podem ser causadores.

ONDE ENCONTRO ÓLEO INDUSTRIAL

A ReiLub é uma Casa de óleo em São Paulo que oferece soluções de alta qualidade para o mercado de óleos desde 1993. A empresa é referência no segmento de lubrificantes automotivos e industriais, graxas, aditivos e filtros.

Em parceria com as grandes companhias de petróleo, a ReiLub pretende atender as necessidades dos clientes com rapidez e eficiência, oferecendo produtos de qualidade com garantia de fornecedores.

Uma empresa íntegra e sólida que procura sempre estar atualizada, com treinamentos dos colaboradores fazendo com que a experiência e capacidade traga um bom atendimento e um serviço bem executado e honesto.

Conte sempre com uma Loja de óleo Automotivo especializada para encontrar o óleo ideal para seu veículo ou máquina. Entre em contato aqui mesmo no site e solicite um orçamento!

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